webmcp-tool

Agent Readiness Score

Seu site está prestes a receber visitantes sem mãos.

A busca perguntava se o Google entendia a sua página. A busca com IA perguntava se a sua resposta era citada. Agora a pergunta é se um agente consegue concluir a tarefa — e a grande maioria dos sites nunca foi medida nisso.

Uma requisição, cerca de 20 segundos. Sem cadastro, sem e-mail. O resultado ganha um endereço que você pode compartilhar.

Entendido

Lido e indexado

Permissões de rastreamento, conteúdo que chega mesmo sem JavaScript, estrutura semântica e dados estruturados — a diferença entre um resumo certeiro e um feito a partir do seu aviso de cookies.

Operado

Executado

Formulários com rótulos, controles com nome, nenhuma barreira anti-bot no caminho da conversão. Um agente preenche um formulário lendo-o; um campo chamado field_7 é chute.

Integrado

Chamado como ferramenta

O WebMCP transforma suas ações em funções nomeadas e tipadas que o próprio assistente do visitante consegue chamar — e um documento de descoberta deixa outros sistemas encontrarem tudo antes mesmo de chegarem.

Um número, desmontado na hora

Uma pontuação única esconde justamente o que você precisa saber. A nossa se parte em duas no momento em que aparece — porque “o site funciona mas não adotou nada” e “as ferramentas estão registradas mas sem JavaScript a página está vazia” são problemas opostos que um único número relata de forma idêntica.

EixoPontosPerguntaPilares
Aptidão65O site funciona hoje para agentes?Acesso · Legibilidade · Ação
Adoção35Quais protocolos de agente estão implantados?WebMCP · Interoperabilidade e comércio
Por que o WebMCP é um pilar e não a pontuação inteira

O WebMCP saiu de forma experimental no Chrome em 2026 e a adoção fora de demonstrações segue perto de zero. Uma pontuação que medisse só WebMCP daria zero a quase todos os sites da web — verdadeiro, inútil, e sem dizer a ninguém o que fazer na segunda-feira. Por isso ele vale 25 de 100 pontos: o maior pilar isolado, e o que vai decidir os próximos dois anos, enquanto os outros 75 medem se um agente consegue fazer alguma coisa com você nesse meio-tempo.

23 verificações em cinco pilares

Cada uma é documentada, cada uma mostra sua evidência, e as que não se aplicam ao seu site são excluídas em vez de contarem contra você. Ver a metodologia completa.

Acesso para agentes

20 pts

Antes que qualquer outra coisa possa ser julgada, a requisição precisa dar certo. Este pilar cobre permissões de rastreamento, defesa contra bots, muros de consentimento e se a página entrega o conteúdo sem um motor de JavaScript.

4 verificações

Legibilidade para máquinas

20 pts

Estrutura semântica, dados estruturados, negociação de conteúdo e os arquivos que os agentes procuram quando querem um resumo do seu site em vez de uma renderização dele.

5 verificações

Capacidade de ação

25 pts

O pilar mais pesado, porque é aqui que está a receita. Formulários que um agente consegue preencher, controles que ele consegue nomear, nenhuma barreira anti-bot no caminho da conversão, e erros que ele consegue ler.

5 verificações

Implementação do WebMCP

25 pts

O núcleo do padrão: ferramentas nomeadas, com esquemas tipados e anotações honestas, registradas em document.modelContext — para que um agente pare de adivinhar seu DOM e comece a chamar suas funções.

5 verificações

Interoperabilidade e comércio

10 pts

Documentos de descoberta, autenticação para máquinas, identidade de bots e — para lojas — os meios de pagamento que um agente precisa para concluir uma compra. O que não se aplica ao seu site é excluído em vez de contar contra você.

4 verificações

Depois do resultado

A gente corrige o que a análise encontra.

O relatório diz o que está errado e, para a maior parte, já entrega o código. Quando você preferir que seja simplesmente feito — renderização no servidor, semântica de formulários, um primeiro conjunto de ferramentas WebMCP, um documento de descoberta que o seu próprio robots.txt não esconda — esse é o nosso trabalho.

Como a implementação funciona →